C.I.A. Da Informática Ltda.

 

 

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Metáforas

 

 

Um grande navio apresentou problemas em seus motores e não poderia prosseguir viajem, foram chamados vários engenheiros de todos os cantos do Brasil... Os engenheiros não resolveram e mandaram as contas... Uns cobraram... R$ 10.000,00 outros R$ 5.000,00 outros R$ 50.000,00 só para fazer o diagnostico e não conseguiram resolver!!

O navio ainda com defeito parado no meio do oceano... Lembraram que no porto de Santos... Havia um senhor bem velhinho que conhecia o modelo do navio como a palma da mão... Os donos do navio mandaram buscá-lo, urgentemente!!

Chegando lá o velho mandou acionar os motores... Escutando o barulho... (nhenhenhenhe... nhenhenhe...) depois de percorrer a casa de maquinas... Mandou seu ajudante um pequeno e desnutrido menino, buscar uma marreta de 5 kilos que haviam levado e estava na caixa de ferramentas.... O velho olhou... Olhou... Mandou novamente acionar os motores... (nhenhenhenhe... nhenhenhe...) olhou para um dos canos que passava logo acima de sua cabeça, e deu uma baita pancada no cano... E novamente o velho pediu que acionassem os motores, que voltaram a funcionar... O velho calmamente apresentou a nota (conta) de R$1.000.000,00

O povo (donos do navio) indignados... Perguntaram-lhe... Um milhão por uma martelada?!

O velho calmamente lhes respondeu...

- Não... A martelada custa apenas um real.... Os outros R$ 999.999,00 é por saber onde ser dada tal martelada!!

Moral da história? – Sua experiência é o seu patrimônio, seja justo e coerente, valorize seu conhecimento!!!

 

 

 

 

 

Um caixeiro viajante recém contratado por uma empresa de vendas de eletrodomésticos, se encaminha para uma cidadezinha no interior do estado, para ofertar seus produtos... traça uma estratégia de vendas que acredita ser infalível... chegando na primeira casa, bate na porta e logo é atendido... Logo que a porta é aberta, ele joga um punhado de estrume de vaca pelo tapete da sala da casa... E diz:

- Não se preocupe senhora... Tenho aqui um produto que irá facilitar sua vida, um potente aspirador elétrico, e se não funcionar... pode deixar que eu vou comer tudinho...

A dona da casa sem falar nada, vira-se e vai a direção da cozinha...

O vendedor a chama e pergunta:

- A senhora não quer ver minha demonstração?

Ela calmamente se vira e diz:

- Não é isso... Vou até a cozinha pegar uma colher e um copo d`água... Pois será divertido ver o senhor comer todo este esterco...

Confiante no produto o vendedor pede a dona da casa uma tomada elétrica...

Novamente a senhora responde:

- Por isso falei que será divertido ver você comer tudo isso... Aqui em casa não temos energia elétrica...

Moral da história? – Não basta apenas uma boa estratégia de vendas, primeiro conheça seu futuro cliente!!!

 

 

 

 

 

Existe uma lenda chinesa que ilustra perfeitamente a necessidade de dar antes de receber.

Um mendigo vivia em uma rua de uma cidade chinesa e segurava uma caneca o dia inteiro, pedindo arroz ou qualquer outra coisa que os passantes tivessem para dar.

Um dia, o mendigo viu um grande cortejo descendo a rua, liderado pelo imperador em seu imponente riquixá, entregando presentes aos seus súditos. O mendigo se encheu de felicidade. “Chegou a minha grande oportunidade”, pensou Woo. “Dessa vez receberei um presente valioso”, e dançou com alegria.

Quando o imperador chegou perto dele, Woo exibiu sua caneca com grande determinação, mas em lugar de receber o esperado presente do imperador, sua Majestade pediu a Woo um presente.

O pobre Woo ficou extremamente desapontado e envergonhado; pegou os dois menores grãos de arroz que conseguiu encontrar em sua caneca e, muito a contragosto, entregou-os ao imperador, que depois foi embora.

Durante todo o dia, Woo reclamou e resmungou. Censurou o imperador, culpou Buda, tratou mal os que se dirigiam a ele; e poucas pessoas pararam para lhe falar ou colocar grãos de arroz em sua caneca.

Nessa noite, quando chegou à sua pobre cabana e derramou seu escasso suprimento de arroz, Woo encontrou duas pepitas de ouro do tamanho exato dos grãos de arroz que tinha dado ao imperador.

 

 

 

 

 

A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho.

Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? - Pensou ela.

O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. E se justamente agora isto não funcionar?

Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava preste a se completar, restava ainda uma tarefa final o empurrão.

A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.

Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor.

Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!

Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.

 

 

 

 

 

Num vale, bem longe da cidade, morava um homem piedoso que tentava viver em harmonia com a vontade de Deus. Um dia sobreveio uma grande tempestade. A chuva parecia que nunca mais ia parar e todo o vale foi sendo inundado. Quando as águas começaram a subir, o homem buscou refúgio no segundo andar da sua casa. Mas a chuva continuou, inclemente, e logo ele se viu obrigado a subir no telhado da casa. Foi quando apareceu uma canoa de salvamento para levá-lo a um lugar seguro. O homem, porém, mandou a canoa embora, dizendo:

– Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim.

A contragosto, os homens da canoa partiram. A tempestade, no entanto, continuou, e logo as águas já chegavam ao seu pescoço. Um segundo bote de salvamento apareceu, mas foi dispensado da mesma maneira: "Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim."

A chuva não dava sinais de se abater. As águas haviam subido tanto que o homem mal podia respirar pela boca e nariz, quando apareceu um helicóptero sobrevoando a região. Lançaram lá de cima uma escada de cordas para que subisse.

– Suba – insistiram os homens do helicóptero. – Nós o levaremos a um lugar seguro.

– Não – gritou o homem, repetindo as mesmas palavras. – Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim. – E mandou o helicóptero embora.

Mas a chuva não parou. As águas continuaram subindo e, por fim, o homem acabou morrendo afogado.

Foi para o céu. Passado não muito tempo concederam-lhe uma entrevista com Deus. Ao ser introduzido à presença do Todo-Poderoso, o homem falou da sua perplexidade.

– Senhor, eu tinha tanta fé em Vós. Eu acreditei em Vós de todo o meu coração. Orei sem cessar e procurei seguir a Vossa vontade. Simplesmente não entendo o que aconteceu.

Deus então coçou a cabeça e disse:

– Também não entendo. Eu lhe enviei dois botes de salvamento e um helicóptero!

 

 

 

 

 

Um senhor de idade avançada estava cuidando da planta com todo o carinho, quando um jovem aproximou-se dele e perguntou:

- Que planta é esta que o senhor está cuidando?

- É uma jabuticabeira - respondeu o senhor.

- E ela demora quanto tempo para dar frutos?

- Pelo menos uns quinze anos - informou o senhor.

- E o senhor espera viver tanto tempo assim? Indagou irônico o rapaz.

- Não, não creio que viva mais tanto tempo, pois já estou no fim da minha jornada - disse o ancião.

- Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?

- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas, se todos pensassem como você...

 

 

 

 

 

Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira. Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:

- Tem uma ratoeira na casa! uma ratoeira na casa!

A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e disse:

- Tem uma ratoeira na casa! uma ratoeira na casa!

- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca. Ela disse:

- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.

Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.

 

 

Parte dos textos foram retirados da Internet, e colocados aqui para que lhe ajude a aprender.